Inovação e tecnologia: O que fazer para sua empresa não ficar para trás?

Inovação e tecnologia são os dois pilares para uma empresa que almeja sucesso no presente ou futuro. Permanecer na zona de conforto enquanto a firma gera lucro parece uma ideia econômica. Mas a carência nos investimentos tecnológicos uma hora gera prejuízos difíceis de recuperar.

Qual o momento certo para investir em tecnologia e inovação? A resposta é sempre. Se não há tantos recursos atuais, a organização deve começar a inovar aos poucos os processos, bens ou serviços.

O que fazer para a constante atualização de inovação e tecnologia nas grandes instituições, sem muitas complicações? Isso vamos explicar no presente texto.

Quais os tipos de inovação e tecnologia aplicar na empresa?

Inovar não é inventar, necessariamente. A inovação utiliza algo existente para melhorar em alguma questão técnica, em geral.

Tanto um produto como uma atividade operacional pode receber impactos de projetos inovadores para a otimização. Em resumo existem 4 tipos de inovação corporativa possíveis de serem implementadas em qualquer indústria:

  • Inovação de eficiência;
  • Inovação incremental;
  • Inovação radical;
  • Inovação disruptiva.

Abaixo conheça cada um dos conceitos de inovação aplicáveis em organizações de diferentes segmentos:

Inovação de eficiência

Agrega competitividade à companhia. Aperfeiçoa produções, relações comerciais ou a experiência de consumidores.

Por exemplo, migrar dados para a nuvem e facilitar a rapidez da colaboração das equipes é uma iniciativa inovadora.

Outra exemplificação é a integração dos gateways de pagamentos. Eles automatizam a conciliação bancária, gerando vantagens consideráveis de tempo aos gestores de e-commerce.

Inovação incremental

Embora não seja uma inovação e tecnologia revolucionária, essa prática é comum a nível empresarial. São medidas para adicionar incrementos que mantém atualizados os produtos ou serviços.

Um exemplo global popular é o smartphone. Todos os anos as grandes marcas lançam novos aparelhos com poucas modificações.

Inovação radical

É um nível mais arriscado de inovação e tecnologia, que se funcionar eleva a marca para outro patamar mercadológico. Algumas vezes surge como acidente de trabalhos ou experimentações.

Para melhor garantia de efetividade, a inovação radical necessita de estudos, pesquisas e conhecimentos do mercado. Essa prática exige uma demanda para justificar a criação, sendo que inovar com base em algo que existe pode facilitar a implementação.

Vamos ao exemplo: O celular é uma tecnologia e inovação radical que vem dos telefones fixos. Inovadora por possibilitar flexibilidade na comunicação sem fio, uso de aplicativos, barateamento operativo, conexão online, entre outras vantagens.

Inovação disruptiva

É essencial não confundir inovação radical com disruptiva. O método disruptivo vai além, não só na mudança de mercadorias como também nos impactos comerciais.

A inovação disruptiva explica o nascimento das startups que em pouco tempo modificam os padrões de mercados gigantes.

Exemplificando, historicamente há os PCs Apple que extinguiram computadores pessoais gigantes e pesados.

Mais para a atualidade, podemos destacar os aplicativos de delivery cujo impacto está nos restaurantes que eliminam a utilização do telefone para atender solicitações com rapidez.

Há aplicações que também facilitam a comunicação sem telefones ou deslocamentos no escritório: WhatsApp, Messenger, e-mails corporativos, etc.

Quais as 8 principais tendências da inovação e tecnologia corporativa?

Uma das maneiras simples de entender como aplicar inovação e tecnologia no trabalho é conhecer as 8 tendências da TI corporativa:

1 – Inovação e tecnologia com transformação digital

A nova economia demanda inovação tecnológica por estar submetida a um tipo de revolução, denominada: Transformação digital.

Novos itens ou processos produtivos são potencializados com a transformação digital no ambiente de trabalho.

Bancos de dados inteligentes, automatização de tarefas e análises, rastreamento de funções produtivas, avançados programas intuitivos ou robôs são possibilidades técnicas para uma companhia transformada digitalmente.

2 – Inovação e tecnologia com Big Data

O conceito central de Big Data é encarar os dados como valiosos ativos de um negócio. Como tal, as informações geradas por clientes e processadas nas tecnologias geram insights que definem a melhor estratégia empresarial.

3 – Tecnologia e inovação com computação na nuvem

A computação em nuvem extingue o armazenamento nos servidores locais. Isso significa uma redução de riscos e um aumento nas chances de inovar em termos produtivos, estimulando a colaboração do trabalho remoto.

4 – ML (Machine Learning) e IA (Inteligência Artificial)

Os chatbots com atendentes virtuais que simulam humanos para prestar atendimento são exemplos básicos de IA + ML.

Robôs interativos respondem as perguntas com exatidão, sem erros humanos operacionais. Máquinas inteligentes não precisam de remuneração, alimentos, descansos ou motivação para trabalhar com alto desempenho.

5 – Inovação e tecnologia com blockchain

Ao trabalhar nas redes blockchain criptográficas é possível contar com a maior proteção do mundo de sistemas dinâmicos.

Utilizando contatos inteligentes dá para gerar tokens que atraem novos investimentos para alavancar as operações de uma companhia, tendo menos burocracias comerciais e estatais nas negociações.

7 – Realidades tecnológicas

Realidade Virtual, Aumentada ou Mista é um tema que merece atenção. Principalmente após o Facebook afirmar que pretende investir no aprimoramento das tecnologias do gênero para o Metaverso do Meta.

Essa aprimoração vai gerar uma série de serviços no mercado para diversas empresas aprimorarem a realidade tecnológica, melhorando a contribuição dos processos internos.

No ponto de vista externo, as realidades tecnológicas são aplicadas para melhorar a experiência de compras. Essa estratégia assegura uma boa impressão de produtos e serviços, estabelecendo profundas conexões entre marcas e clientes. Exemplos:

  • Uma retail tech com recursos virtuais nas vitrines físicas;
  • Vendedores com tablets na mão integrados aos estoques para agilizar o atendimento;
  • Programas para experimentar roupas mesmo sem o cliente estar nas lojas fisicamente;
  • O Metaverso com públicos que assumem os papéis de avatares para a interação em ambientes virtuais detalhistas.

8 – Inovação e tecnologia com IOT (Internet das Coisas)

Uma impressora tem acesso tanto aos computadores como para a internet. Isso acontece com geladeiras, canetas, relógios, automóveis e outras milhares de coisas.

Com dispositivos conectados, um staff trabalha em sistemas de comunicação aperfeiçoados, que envolvem pouca ou nenhuma interação humana. Automaticamente uma corporação calcula:

  • Quantas canetas existem nas mesas;
  • Números de folhas usadas em todas as impressoras;
  • A temperatura das garrafas de água no refrigerador da copa;
  • Os carros em operação para realizar entregas;
  • A energia consumida por cada computador;
  • Entre muitas outras tarefas administrativas.

Um modelo para inovar

Ao unir as principais tendências tecnológicas junto com um dos tipos de inovação você pode formar o modelo ideal, para planejar os prórios processos inovadores.

Lembrando que qualquer simples projeto tecnológico que melhora o ritmo ou a qualidade da produção é um ato inovador.

Inovação e tecnologia incluem desde o simples investimento para melhorar a internet corporativa até desenvolver um exército robótico, para atender as longas filas do estabelecimento rapidamente.

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Entenda as mudanças que a Lei de Proteção de Dados traz para o seu negócio!

A Lei de Proteção de Dados (LGPD) já existe há tempos. Mesmo sendo obrigatória, muitas empresas ainda não tomam medidas para se adequar. É comum perceber a cultura organizacional de um negócio ignorando as implicações legais, nos dias de trabalho.

Na segunda-feira de manhã você administra a companhia tranquilamente, feliz por causa da viagem no fim de semana. De repente chega uma notificação de ação judicial com base na LGPD. Algum consumidor resolve processar a marca por dados pessoais transferidos para fora do Brasil, sem prévio aviso.

E agora? A corporação tem que pagar uma multa milionária? O gerente vai perder o emprego e a reputação por descuidos elementares? Enfim, não se adaptar a Lei de Proteção dos Dados custa caro.

Veja os riscos corporativos da falta de enquadramento legal. Entenda também as principais mudanças da LGPD, para saber o que fazer no sentido de ajustar a firma o quanto antes.

Quais são os riscos de não se enquadrar na Lei de Proteção de Dados?

Não estar em compliance com as regras da LGPD quer dizer que a organização descumpre leis. Isso resulta em pelo menos uma das cinco principais desvantagens:

1 – Infrações da LGPD

De 2% do faturamento a até R$ 50 milhões. Essa é a estimativa das multas para entidades que descumprem a Lei de Proteção de Dados, conforme o Artigo 52.

Os valores da multa sobem na medida em que existem mais violações. Portanto, a quantia varia conforme o número de pessoas prejudicadas e o agravamento das penalidades.

Outro fator que gera o aumento dos números a pagar está no tempo. Há penalidades diárias, conforme o prazo em que uma companhia descumpre a legislação.

Um cenário de crise econômica mundial somado a multas da LGPD descapitaliza uma organização rapidamente. Há riscos de bancarrotas.

2 – Exclusão de dados

Os dados de clientes são ativos importantes. Indispensáveis para estratégias comerciais.

Se um empreendimento deixa de usar databases específicos vai ter sérios problemas nas práticas estratégicas. O lado operacional fica em xeque sem dados para alimentar sistemas.

Se o poder estatal identificar captação indevida ou tratamento inadequado das informações pode obrigar a excluir os dados cadastrados.

3 – Redução de parcerias

Prejuízos em decorrência da Lei de Proteção de Dados envolvem a redução de parceiros.

Grandes marcas são rigorosas para escolher parcerias de business. Uma pessoa jurídica que não cumpre obrigações tributárias ou fiscais acarreta estereótipo pouco confiável.

Fatalmente, um histórico com agravantes relacionados à LGPD inviabiliza as possibilidades de investimentos substanciais de grandes acordos. Para estabelecimentos em expansão não é recomendável negligenciar o respeito à Lei de Proteção de Dados.

4 – Reputação em baixa

Para o mercado a mensagem é que uma empresa autuada por LGPD age de má fé. Independente se na realidade o problema ser só fruto de um mero desconhecimento legal.

Além de perder parceiros, a reputação em baixa resulta no temido boom da perda repentina de clientes.

5 – Proibição do tratamento

Em casos gravíssimos, uma companhia é suspensa ou proibida, por tempo determinado, de desempenhar atividades ligadas ao tratamento de dados.

Quais são as principais mudanças da Lei de Proteção de Dados?

Perda de dados cruciais, baixa reputação que afugenta consumidores e multas altas. Ao ler até aqui você compreende a importância de estar adequado a Lei de Proteção de Dados.

Se adaptar por conta própria é um risco. Há diversos atenuantes legais. Melhor contratar uma consultoria de tecnologia com advogados especialistas, para se ajustar em 100% das normas.

Os 5 impactos fundamentais da LGPD para empresas estão definidos nas palavras a seguir:

1 – Titulares com mais direitos explícitos

Toda a forma na qual é tratado o conjunto de dados deve ser informada para os titulares, detalhadamente. As organizações têm obrigação de solicitar a autorização ao uso das informações pessoais.

O prazo para enviar as políticas de tratamento de dados é de até 15 dias, para posterior análise e aprovação ou não por parte dos usuários.

As autorizações não são vitalícias. A instituição tem de atender com presteza os titulares que desejam revogar e deletar dados armazenados em databases.

2- ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados)

A organização pública responsável por fiscalizar o cumprimento da LGPD é a ANPD. Na prática esse representa o órgão que recebe as queixas ou denúncias, funcionando como uma ponte entre usuários e negócios.

Outra alteração que beneficia os titulares é a garantia de ter total transparência e cuidados de manutenção, em todos os canais de contato da organização.

Vale ressaltar que a entidade necessita ser transparente inclusive ao contatar ou prestar informações para a ANPD. A lisura engloba todos os serviços que coletam dados, o que inclui:

  • Redes sociais.
  • Sistemas bancários.
  • Sistemas de saúde.
  • Sites da internet.
  • Tecnologias do varejo.

3 – Relatórios LGPD

Há a obrigatoriedade de elaborar relatórios que registram os procedimentos do uso dos dados pessoais. Esses documentos objetivam mitigar riscos ou ameaças a direitos fundamentais.

Os relatórios LGPD servem como base que corresponde aos princípios da Lei de Proteção de Dados como:

  • Adequação.
  • Finalidade.
  • Transparência.
  • Segurança.

4 – Encarregado DPO

A Lei de Proteção de Dados estabelece a necessidade de nomear um DPO (Data Protection Officer). Esse profissional é encarregado da proteção dos dados, que por obrigatoriedade existe em casos de tratamento como:

  • Autoridade ou organismo público, com exceção para alguns tribunais.
  • Iniciativa privada ou pública com volume de dados em grande escala.
  • Operações públicas de extensos dados em categorias especiais como delitos criminais ou condenação.

5 – Nitidez internacional

Todas as vezes em que pretende transferir os dados pessoais para fora do Brasil, a marca é obrigada a informar aos titulares.

Uma vez que o processamento dos dados acontece em território brasileiro, a empresa precisa cumprir a lei nacional. Desde que existam protocolos seguros, dispostos na LGPD, a instituição pode transferir informações pessoais para outros países.

Enfim, o artigo acaba de mostrar as essenciais mudanças que a Lei Geral de Proteção de Dados traz para as corporações. É melhor se adaptar o quanto antes. Evite multas e outras sanções legais.

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Entenda a importância de investir em sistemas de telecomunicação!

Redução de erros e aumento de produtividade são dois resultados ao investir nos sistemas de telecomunicação. Esses recursos garantem escalabilidade para a empresa trabalhar sem receio de frequentes quedas no fornecimento tecnológico.

É ruim a experiência de operar sem sistemas de telecomunicação dedicados. Além dos altos custos de serviços, as falhas na cobertura e obsolescência da infraestrutura interrompem a produção frequentemente.

Aí já viu, né? Os diretores culpam o gestor e não a tecnologia, resultando assim em um aumento de pressão que não deveria acontecer se o negócio investisse em soluções de telecomunicação com alto desempenho.

Portanto, o papel dos administradores também é convencer os diretores a seguirem para o escalável caminho do telecom eficiente e eficaz. Naturalmente existe um custo inicial para investir nos melhores sistemas. Porém, em poucos meses ocorre o ROI.

Mas, quais são os principais sistemas de telecomunicação? Qual a importância de cada opção? Essas respostas estão no presente artigo que desvenda segredos e mistérios das vantagens de estruturas de telecom dedicadas.

O que são sistemas de telecomunicação?

Os sistemas de telecomunicação são aplicações que se interconectam para operações que envolvem emissão e recepção de dados ou voz. Além dos hardwares, o conceito engloba softwares para processos comunicativos.

No sentido de funcionar, um sistema de telecom requer programas e equipamentos para trabalhos no contexto da comunicação, que auxiliam na realização de tarefas com voz ou dados como:

  • Adquirir;
  • Armazenar;
  • Comunicar;
  • Controlar;
  • Expor;
  • Intercambiar;
  • Manipular;
  • Movimentar;
  • Transmitir;
  • Trocar.

Quais as vantagens de investir nos melhores tipos de sistemas de telecom?

Sistemas de telecomunicação avançados asseguram a estabilidade da comunicação à distância. Entre os principais tipos se destacam 4 opções:

  • Comunicações unificadas;
  • Contact Center;
  • Soluções de telefonia;
  • Network (Rede).

Na sequência descubra o lado positivo dos investimentos nos sistemas mencionados na lista acima:

1 – Por que investir em comunicações unificadas?

A comunicação unificada sintoniza todas as ferramentas de telecom com o objetivo de otimizar os processos operacionais e gerenciais. Isso envolve aparelhos de videoconferência, fax, telefones, e-mails, entre outros exemplos.

Unificar as telecomunicações é agilizar os processos de constantes feedbacks que otimizam o lado operacional da companhia.

Com uma solução para videoconferência, o fluxo comunicacional é assegurado por um excelente sistema comunicativo. A videochamada otimizada encurta as distâncias e assegura plena escalabilidade aos trabalhos remotos.

Uma chamada de vídeo pode virar a verdadeira sala de reuniões online corporativa, segura e rápida, de modo a impressionar clientes ou equipes.

A comunicação em tempo real da organização sobe de patamar ao unificar dados para potencializar:

  • Controle de chamadas;
  • Inteligência Artificial;
  • IP;
  • Machine Learning;
  • Instant Messaging (Mensageiro Instantâneo);
  • Reconhecimento de fala;
  • Realidade Virtual;
  • SMS;
  • Telefonia móvel e fixa;
  • Videochamada.

2 – Investimento em Contact Center vale a pena?

Funciona de maneira semelhante ao Call Center, com a diferença de que, por investir em Contact Center, a empresa otimiza o atendimento online.

Esse suporte requer redes sociais, aplicativos de mensagens e outros meios com funcionamento ágil. A agilidade dos processos é o que garante a satisfação de clientes ou equipes.

Ao comparar com Call Center, o Contact Center tem como vantagem ser uma multiplataforma. Isso aumenta o leque de opções para alguém receber um suporte de qualidade em tempo hábil.

Em muitas organizações esse sistema de telecomunicação é responsável direto por melhorar a média NPS (Net Promoter Score). Os resultados das investidas em Contact Center são as evoluções na experiência e no relacionamento com a marca.

3 – Quais as melhores soluções em sistemas de telefonia?

A VOIP (Voz sobre IP) com custos reduzidos viabiliza a internet para ligações. Outra opção é a URA (Unidade de Resposta Audível), cuja particularidade está em atendimento eletrônico que responde dúvidas sem interação humana.

Alguns programas dedicados podem automatizar a gestão de tarifas das soluções de telefonia. Os softwares inteligentes facilitam a tarefa analítica de descobrir quais serviços entregam mais recursos por menos preços.

A automatização dimensiona com eficiência acessórios como as campainhas da discagem, os registradores e outros auxiliares.

Em grandes Call Centers os fones Headset dimensionados e acoplados a microcomputadores multimídia são obrigatórios para facilitar as operações.

Há sistemas incorporados com gravação profissional em diferentes formatos: Áudio, imagem e vídeo. A disponibilidade multimídia das gravações nas plataformas com painel administrativo intuitivo ajuda para uma eficiente administração de telecom.

Convém indicar as vantajosas soluções de PABX. O equipamento recebe e distribui as ligações aos ramais específicos para agilizar os atendimentos.

4 – Por que investir na distribuição de network?

Sistemas de telecom têm total relação com redes. Investir em network representa reduzir os riscos da distribuição de dados, ao passo que assegura o desempenho do plano estratégico.

Há soluções que gerenciam os comportamentos dos dados e enviam relatórios gerenciais. São análises completas que mostram o grau de disponibilidade na infraestrutura de telecomunicação, as anomalias, os picos e muito mais.

O lado efetivo da rede começa com um cabeamento estruturado, instalado conforme o espaço físico, em pontos estratégicos para assegurar segurança e alto desempenho operacional.

Implementação de gateways é outra medida necessária, pois eles funcionam como “um nó de rede equipado para interfacear com outra rede que usa protocolos diferentes”, conforme dizem os especialistas.

O gateway visa obter os dados requeridos por usuários previamente. Essas requisições são acessos a apps ou home-pages, por exemplo.

Outra possibilidade de sistemas de telecomunicação é a solução WLAN. Nesse caso, acontece a estruturação de uma rede local para disponibilizar dados sem conectar dispositivos com cabos tradicionais.

Implementação de Link

Para as centrais menos solicitadas é benéfico escolher o Link T1. Esse consiste no padrão brasileiro, embora o formato seja europeu. O T1 apresenta taxa de transferência média de 2 Mbps e pode ser dividido em até 30 canais de 60K.

Negócios com muitas solicitações têm a ganhar ao selecionar o Link MPLS. Embora custe preços mais caros, a versão é superior na capacidade de atender aplicativos ou usuários se comparar ao T1.

Roteadores e servidores

Por fim, não menos importantes, estão os roteadores e servidores, investimentos às vezes negligenciados por certas gestões.

O roteador conecta as redes dos diferentes computadores, assim como redes locais e internet. Um servidor integra a rede e fornece serviços para clientes – que significam outros computadores no dicionário da informática.

Como ter os sistemas de telecomunicação na medida certa para o meu negócio?

Só comprar e instalar equipamentos para sistemas de telecomunicação não garante a efetividade operacional do telecom.

Na verdade, antes de tudo, o empreendimento deve ser analisado com diversos critérios para depois entender em quais hardwares e softwares investir.

Essa análise prévia e toda a implementação dos sistemas de telecomunicação podem ser serviços prestados com alto grau de qualidade, por especialistas da Quality Technology.

A Quality Technology tem 2 décadas de tradição atuando na integração de tecnologias em TI. É uma organização premiada por integrações qualitativas. Acesse o site e descubra como a marca consegue aprimorar os sistemas de telecomunicação da sua empresa.

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Gestão de Telecom: O primeiro passo para otimizar recursos e controle de despesas

O cenário global estimula gestores a buscarem soluções para otimizar a gestão de Telecom. Uma administração efetiva na área melhora o lado produtivo dos sistemas operacionais, aumenta o faturamento e reduz custos.

Provavelmente você já deve ter vivenciado esse fato na sua carreira: Perceber que uma empresa não tem um profissional responsável por gerir Telecom.

Em muitos negócios, diversas partes da gestão Telecom são divididas entre outros setores administrativos. Às vezes gestores de outras áreas não têm mindset sintonizado ao core business, resultando em excessivos gastos de telecomunicação corporativa.

Mas, como fazer a melhor gestão Telecom que otimiza os recursos produtivos e o comando das despesas?

Há algumas etapas no caminho. A primeira é o conhecimento sobre a atual conjuntura mercadológica, os benefícios e as práticas iniciais da efetiva administração de telecomunicações. Descubra mais ao seguir a leitura.

O que é gestão de Telecom?

A gestão de Telecom é um conjunto de práticas administrativas para gerenciar ativos, tecnologias e pessoas. Essa administração mapeia o completo panorama dos gastos com a telecomunicação de uma companhia.

Identificar os gargalos e encontrar oportunidades de lucrar ou economizar, essas são típicas funções do gestor de Telecom. Constantemente, esse administrador avalia processos de telecomunicações como:

  • Dados móveis;
  • Internet banda larga;
  • Links de dados;
  • Links dedicados;
  • Telefonia corporativa de aparelhos fixos ou móveis.

A tecnologia viabiliza as gestões de Telecom simples e ágeis. Há recursos tecnológicos mais poderosos do que simples planilhas Excel. Essas soluções usam ML (Machine Learning) e IA (Inteligência Artificial) para:

  • Automatizar tarefas repetitivas como análises de extensos bancos de dados;
  • Centralizar informações;
  • Informar relatórios gerenciais com insights para reduzir custos de tempo ou dinheiro.

Basicamente, para alcançar uma efetiva gestão de Telecom, um gestor precisa usar tecnologias de gestão e tomar decisões, com base nos dados informados via soluções tecnológicas inteligentes.

O crescimento no setor e a necessidade da gestão de telecom

Mesmo durante crises econômicas mundiais, normalmente a diretoria mantém as metas para mais receitas e economia de custos.

Mas, gestores de TI experientes não sentem a pressão dos desafios, pois sabem que com soluções administrativas e tecnológicas de Telecom podem:

  • Aumentar o lucro;
  • Melhorar a rapidez e a qualidade operacional;
  • Reduzir os custos produtivos.

A Statista mostra que em 2021 os investimentos em serviços de Telecom devem ser superiores a R$ 1.4 trilhão. Ao comparar com 2020 o crescimento global anual é de 5%!

Dados da consultoria Teleco Brasil indicam que mais de 100 milhões de brasileiros usam 4G.

Telecom é responsável por aumentar para 46% o número de empresas nacionais que adotam home-office, desde o período inicial da pandemia – dados de 2020 publicados na Agência Brasil.

A Celtic demonstra que quase 79% das empresas nacionais usam ao menos um celular corporativo. O valor alcança 92% se considerar negócios com mais de 250 colaboradores. Essa mesma pesquisa diz que no Brasil, 97% da população acessa a internet.

É matemático. Na medida em que a telecomunicação cresce dentro ou fora do país e das empresas, mais demanda corporativa existe por uma eficiente administração de telecom.

Não administrar as telecomunicações como se deve resulta em prejuízos sérios:

  • Cobranças indevidas de serviços que a corporação não solicita realmente;
  • Desperdícios de ativos por descontrole do celular corporativo;
  • Dificuldade em compreender quais os planos mais vantajosos;
  • Erros nas interpretações de faturas ou contratos;
  • Excesso de gastos de tempo operacional em resoluções com operadoras e demais fornecedores;
  • Falta de controle das notas fiscais;
  • Interrupções inesperadas no atendimento;
  • Lentidão nos processos produtivos;
  • Pagamento de juros ou serviços cancelados por atraso de quitações;
  • Pouca capacidade de aproveitar o máximo que a tecnologia disponível pode oferecer;
  • Problemas generalizados em processos internos e no relacionamento com os clientes.

Quais são os benefícios da gestão de Telecom?

Otimização de recursos e controle de despesas são resultados de administrar Telecom. Há melhores efeitos se um gestor não divide tempo com outras tarefas ou ao terceirizar a gestão da telecomunicação.

Entenda quais são os 4 lados positivos da administração de Telecom:

1 – Disponibilidade de telecomunicação

A gestão de telecom gera ganhos de funcionalidade. Primeiro, os meios permanecem rápidos e estáveis para acessos em diferentes momentos, com constante monitoramento da disponibilidade.

Em segundo lugar, os gestores estão atentos para resolver anomalias rapidamente, para disponibilizar ao máximo de tempo possível os dados e recursos operacionais.

 2 – Escalabilidade produtiva

A gestão de telecom mantém funcional a infraestrutura. Tal prática estuda possibilidades e assegura que a empresa esteja sempre atualizada nos processos comunicativos. Isso quer dizer menos custos e mais benefícios técnicos para atualizações ou reparos.

3 – Economia de recursos

A gestão de Telecom executa uma série de análises, com auditorias que visam entender os contratos de serviços, buscando negociações que garantem melhores preços ou benefícios técnicos.

4 – Centralização de dados

Os dados de telecom são organizados em databases, conforme eficientes padrões organizacionais. Assim há um ganho de rapidez nos rastreios de informações, para identificar problemas técnicos rapidamente.

Dados centralizados ajudam gestores a encontrarem conteúdos decisivos com agilidade, para deliberações seguras.

Boas práticas para iniciar a gestão de Telecom

Independente se é telecomunicação de voz, dados fixos ou móveis, a gestão de Telecom almeja aprimorar a produtividade com menos dispêndio. Há 6 mandamentos que ajudam para começar essa prática administrativa:

  • Definir um planejamento de gestão com metas, prazos e ações estratégicas;
  • Mapear os processos e equipamentos da infraestrutura de TI: Computadores, aparelhos de telefonia móvel, entre outros;
  • Analisar os planos contratados para descobrir como agregar mais vantagens corporativas;
  • Selecionar um software de gestão Telecom para extrair insights com facilidade;
  • Desenvolver políticas para a organização usar as ferramentas de TI;
  • Acompanhar e implementar as principais tendências de Telecom na infraestrutura da empresa.

Conclusão da melhor gestão de Telecom

Concluindo, a gestão de Telecom é a prática administrativa para otimizar controle de custos e operações da telecomunicação empresarial. O gestor de Telecom aplica tecnologias e técnicas de gestão para alcançar os resultados.

Por fim convém relevar que inexiste uma fórmula padrão para o sucesso na gestão de Telecom.

Para funcionar, um plano administrativo de telecomunicações deve ser muito bem pensado e desenvolvido de modo personalizado, conforme as características individuais de cada negócio.

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Cibersegurança: A sua empresa sofre ataques cibernéticos? Entenda os principais riscos!

Assim como a internet oferece benefícios, ela também pode gerar riscos para usuários e organizações. Por isso existem conceitos ou práticas de cibersegurança responsáveis por otimizar a proteção das informações digitais.

Os cibercrimes são avançados ao ponto de atacarem bancos de dados (databases), sem a empresa perceber. Você está com a concentração no trabalho, enquanto cibercriminosos invadem o sistema e acessam dados sigilosos.

Um perigo! Imagine perder o trabalho corporativo de diversos anos por uma falha na cibersegurança? Certamente tal prejuízo faz os gestores responsáveis arcarem com os prejuízos.

Constante aumento dos crimes online

A PurpleSec indica que, por causa da pandemia, os cibercrimes aumentaram em 600% globalmente. São diversos os delitos cibernéticos capazes de afetar negócios, com situações como:

  • Acesso a históricos de finanças ou negociações políticas;
  • Alterações de dados que prejudicam processos produtivos;
  • Caos operacional;
  • Interrupção do trabalho de diversos colaboradores;
  • Paralisação das linhas de produção industrial ou comercial;
  • Prejuízos na credibilidade de uma marca;
  • Problemas no fornecimento de energia;
  • Sequestros de dados cujos sequestradores aplicam técnicas de extorsão;
  • Uso indevido ou bloqueio de sistemas internos;
  • Vazamentos de dados confidenciais da empresa ou dos clientes.

O que é cibersegurança?

Em decorrência dos crescentes ciberataques a empresas e a pessoas físicas, o tema “cibersegurança” ganha cada vez mais espaço midiático. Em termos conceituais, é um ramo da segurança das informações que objetiva proteger dados de servidores, computadores e sistemas, contra os ataques online ilícitos.

Uma efetiva tática de cibersegurança é trabalhar a defesa das informações em diversas camadas para a proteção, físicas ou digitais.

Embora escalável para suportar vastas redes de dados, a internet é vulnerável, principalmente aos negócios sem estruturas robustas de segurança cibernética. E em tempos de ascensão da indústria 4.0, nos quais os processos operacionais estão conectados, a cibersegurança é indispensável para a saúde da vida produtiva de um empreendimento.

Quais os riscos de não investir em cibersegurança?

Ao utilizar tecnologias como IA (Inteligência Artificial), ML (Machine Learning) e IOT (Internet das Coisas), as práticas de cibersegurança têm mais efetividade na defesa informacional de uma corporação. Não investir no setor resulta em 8 riscos principais:

1 – Menos confiabilidade

Stakeholders deixam de confiar em uma companhia se não há processos que asseguram os dados pessoais. A partir do momento em que vaza na mídia um problema por cibercrime, a marca reduz a confiança mercadológica pela baixa cibersegurança.

Além de investir nas práticas mais aceitas de segurança para TI constantemente, a empresa precisa iniciar campanhas de marketing. Isso é importante para divulgar ao público os investimentos que defendem as informações.

2 – Baixa cultura data driven

A cultura data driven se refere à prática de rotinas laborais orientadas por dados.

Um baixo investimento na cibersegurança reduz a aptidão do negócio para enfrentar os desafios corporativos da transformação digital. Como resultado, aumenta a exposição, o que facilita os cibercrimes.

Para evoluir a cultura data driven não basta usar as melhores tecnologias. Outra necessidade é treinar colaboradores, preparando à equipe para trabalhar sem arriscar os dados.

3 – Prejuízos legais

Cada país tem regras específicas. Sabia que há leis para crimes digitais e multas às empresas que facilitam a criminalidade online por negligenciar a cibersegurança?

Por exemplo, no Brasil há a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). Entre os diversos artigos, existem alguns que exigem a adequação técnica por parte da iniciativa privada para evitar infrações.

Algumas multas chegam aos milhões de reais. Para entrar em conformidade com a LDGP é recomendável uma consultoria. Consultores implementam as tecnologias necessárias e treinam equipes.

4 – Danos financeiros

Em primeiro lugar existe a questão produtiva. Se uma empresa é alvo de cibercrimes pode ter que interromper as operações.

Segundamente, em diversos casos, os cibercriminosos sequestram as informações e exigem pagamentos para o resgate.

Uma prática recomendável para evitar prejuízos financeiros por ciberataques é utilizar softwares originais e atualizados. Alguns antivírus têm IA para bloquear funções, enviando alertas em casos de comportamentos suspeitos no sistema

5 – Perda de tempo

Um acontecimento de grandes proporções endivida o negócio ao longo-prazo. Alguns reparos exigem horas, dias, meses ou anos. Há casos em que é mais caro reparar do que investir em cibersegurança para a prevenção.

Obviamente, para não perder tempo com retrabalhos por crimes virtuais, vale a pena investir em cibersegurança avançada o quanto antes.

6 – Violação da propriedade intelectual

A informação é o principal ativo corporativo no século XXI. Os dados empresariais revelam a capacidade operacional. Também mostram diferenciais competitivos, assim como balanços financeiros ou resultados de pesquisas para inovar.

Uma vez que dados de companhias são violados, a organização tem ameaçada a própria inteligência. São anos de investimentos em xeque, sem controle de quem acessa, negocia ou se beneficia com as informações privilegiadas.

Bancos de dados seguros, conectados à infraestrutura de TI por comunicações criptografadas, dificultam as violações.

7 – Problemas na infraestrutura física

A cibersegurança engloba processos online e offline na proteção. De fato, os próprios equipamentos do negócio são atingidos por programações que causam a autodestruição ou as manipulações indesejadas.

São muitos exemplos do potencial físico de cibercrimes. Em 2010, especialistas descobrem o Stuxnet, um software malicioso que muda os comandos das centrífugas para enriquecer urânio no Irã.

Por volta de 2016, especialistas revelam o Industroyer, que afeta o fornecimento de energia ucraniana. Durante 2017, o Triton ataca sistemas de segurança que manipulam máquinas de grandes petrolíferas.

Portanto, para garantir uma melhor cibersegurança, a companhia precisa se preocupar também com investimentos de segurança online para os bens físicos conectados a processos produtivos.

8 – Atração de novos ataques

A notícia da facilidade à invasão se espalha entre cibercriminosos na deep web. Uma organização lucrativa sem cibersegurança funciona como um imã para cibercrimes.

Para precaver é válido mapear a cibersegurança já existente. Depois vale implementar planos estratégicos robustos, na medida certa para cada área, com fins de acabar com excessos de invasões.

Qual a importância de uma solução estratégica para a cibersegurança?

Só instalar um antivírus não é o melhor caminho para evitar cibercrimes. Conforme uma empresa cresce, ela chama a atenção de cibercriminosos.

O crime online não tem nada a perder. Hackers mal-intencionados aplicam perícias avançadas para roubar informações valiosas, visando sequestros informativos ou a venda para concorrentes.

É necessário investir nas diferentes camadas de proteção da cibersegurança, em soluções bem pensadas e desenvolvidas de modo personalizado para cada setor corporativo.

Assim o negócio tem mais preparo para defender dados, monitorar riscos e prevenir ataques cibernéticos por 24h, tendo menos custos com mais benefícios no processo.

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